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Mãe e filhos

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Quais são os riscos da inseminação caseira?



A inseminação artificial (ou inseminação intrauterina) representa um dos métodos mais empregados por casais que buscam ter filhos, mas enfrentam dificuldades para conceber de maneira natural. Basicamente, essa técnica envolve a introdução do sêmen do parceiro (ou de um doador) no útero da mulher, no momento mais propício para a fecundação do óvulo.


Contudo, nos últimos anos, um modo alternativo desse procedimento vem crescendo entre pessoas que buscam por uma forma mais acessível e barata de engravidar: a inseminação caseira.


Apesar das supostas vantagens, a inseminação artificial caseira é extremamente perigosa em diversos aspectos importantes! Por isso, hoje vou te explicar como ela funciona, quais são os envolvidos e como realizar uma inseminação da melhor forma possível. Então, vem comigo!


O que é e como funciona a inseminação caseira?


A inseminação artificial caseira nada mais é do que um tipo de inseminação intrauterina realizada fora de clínicas especializadas e sem a supervisão de profissionais da saúde.


Geralmente, ela é feita com o uso de instrumentos simples, como seringas, cateteres e espéculos comprados clandestinamente ou até em farmácias. Inclusive, existem muitas lojas suspeitas que vendem um kit de inseminação artificial caseira, estimulando ainda mais essa prática perigosa.


Em muitos casos, o sêmen utilizado é obtido através de bancos ilegais, vendedores online ou doadores entre amigos ou familiares. Existem até certas clínicas que vendem esse tipo de material clandestinamente!


Por que a inseminação caseira é arriscada?


Embora pareça uma boa ideia para quem está tentando engravidar, já que aparentemente oferece praticidade e custos menores, a inseminação artificial caseira pode sair muito mais cara do que parece.


Na verdade, o principal risco nem é a ineficiência do procedimento, mas sim os vários problemas graves que ela pode levar à saúde dos tentantes. Veja a seguir quais são os maiores riscos da inseminação caseira:


1 - Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)


Existe uma altíssima chance de contrair ISTs através do sêmen utilizado, principalmente daqueles que vêm por meios ilegais. Contudo, engana-se quem pensa que a solução para isso é ter um doador conhecido. Mesmo nesses casos, é essencial que o esperma passe por análises clínicas e seja examinado minuciosamente.


Assim, é muito possível que a mulher (e o próprio bebê, caso ocorra a gestação) sejam contaminados por ISTs, como HIV, sífilis, hepatite B e C, clamídia, gonorreia, entre outras.


2 - Ferimentos ou Problemas Vaginais


Sem a supervisão de um profissional de saúde, a inseminação caseira pode levar a erros durante o procedimento, como perfurações ou lesões no canal vaginal. Isso pode causar desconforto, dor e, em casos mais graves, complicações que afetam a saúde reprodutiva.


3 - Reações Anafiláticas


Em algumas situações, mulheres podem ser alérgicas ao sêmen ou a componentes específicos presentes no esperma.


A introdução direta dessas substâncias no útero durante a inseminação caseira pode desencadear reações anafiláticas, que são respostas alérgicas graves, podendo levar a sintomas como falta de ar, inchaço e queda de pressão arterial.


4 - Contaminação dos Instrumentos ou do Ambiente


A manipulação inadequada dos instrumentos utilizados no processo e a exposição do esperma ao ambiente externo aumentam o risco de contaminação.


Além disso, a situação pode ser agravada pela proliferação de micro-organismos, como fungos, bactérias, vírus e amebas, especialmente se a mulher apresentar desequilíbrios ou variações no pH.


5 - Problemas legais


No território brasileiro, a comercialização de material biológico humano é expressamente proibida, conforme estabelecido pelo artigo 199 da Constituição Federal de 1988.


Todas as doações de substâncias ou partes do corpo humano, incluindo sangue, órgãos, tecidos e esperma, devem ocorrer de maneira voluntária e altruísta. Portanto, obter sêmen de lugares duvidosos pode afetar não apenas sua saúde, mas também sua ficha criminal!


5.1- Responsabilidade Legal do Doador de Sêmen


Um aspecto importante a considerar é que, em determinadas circunstâncias, o doador do sêmen pode ser acionado judicialmente e até mesmo ser responsabilizado pela pensão alimentícia. Isso pode ocorrer quando a doação de sêmen não segue os procedimentos legais estabelecidos, criando uma brecha para ações judiciais.


5.2- Questões Legais em Casais Homoafetivos Femininos


No caso de casais homoafetivos femininos que realizam a inseminação de maneira não regulamentada, podem surgir complicações legais no registro da criança. Além disso, problemas relacionados à guarda da criança podem ocorrer em casos de separação do casal, evidenciando a importância de seguir as diretrizes legais.


Como realizar uma inseminação artificial segura?


Certamente, a única forma segura, confiável e eficaz de realizar uma inseminação intrauterina é em uma clínica especializada, que seja referência nacional, apresente altas taxas de sucesso e ainda tenha programas de apoios a casais tentantes que não podem pagar o tratamento completo.


Por isso, é crucial procurar um profissional que tenha experiência e seja referência nacional na área. Felizmente, você encontra tudo isso aqui!


Nós temos uma equipe completa de profissionais com psicólogos, nutricionistas e outros prontos para lhe acolher da melhor forma possível. Somos referência nacional em Reprodução Assistida.


Desde minha especialização, há mais de 20 anos, já temos mais de 1.000 bebês nascidos através da inseminação intrauterina e da fertilização in vitro.


Por isso, se você sonha em ter um filho, não deixe de entrar em contato conosco através do Whatsapp (61) 99670-6687 ou pelo telefone (61) 3365-4545.

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